King Funghi Cogumelos

Hericium erinaceus · o cogumelo do cérebro

Juba de Leão

Um dos cogumelos mais estudados do mundo para a memória, o humor e a saúde do sistema nervoso. Cultivado pela King Funghi, do substrato à embalagem, e enviado para todo o Brasil.

  • ✓ Melhora cognitiva em ensaios clínicos com adultos acima de 50 anos
  • ✓ Menos sintomas de ansiedade e depressão em estudos com adultos
  • ✓ Sabor suave, que lembra frutos do mar, e fácil de usar no dia a dia
Juba de Leão fresco em close, com os espinhos brancos característicos
Juba de Leão crescendo no substrato no cultivo King Funghi
Juba de Leão desidratado King Funghi

10

estudos em humanos citados nesta página

364+

artigos científicos catalogados pela King Funghi

100%

corpo de frutificação, a mesma parte usada nos principais estudos japoneses

Brasil

envio do desidratado para todo o país

Por que tanta gente fala do Juba de Leão

Cada benefício traz o tipo de estudo que o sustenta. Estudos em humanos valem mais que os feitos em células ou animais, e nós mostramos a diferença.

Memória e foco

Melhora da função cognitiva em ensaios clínicos com adultos acima de 50 anos.

Estudos em humanos

Humor e estresse

Redução de sintomas de depressão, ansiedade e irritabilidade em ensaios com adultos.

Estudos em humanos

Qualidade do sono

Melhora de distúrbios do sono em estudo com 77 voluntários.

Estudo em humanos

Intestino

Aumento da diversidade de bactérias benéficas da microbiota em adultos saudáveis.

Estudo-piloto em humanos

Sistema nervoso

Estímulo à produção de NGF, fator ligado à saúde e à regeneração dos neurônios.

Células e animais

Antioxidante

Compostos com ação antioxidante e anti-inflamatória em estudos de laboratório.

Células e animais

Juba de Leão desidratado King Funghi

O cogumelo inteiro (corpo de frutificação), a mesma parte usada nos estudos de Mori, Nagano e Saitsu. Desidratado e embalado a vácuo. Use em pó no café, em vitaminas, sopas e molhos, ou reidratado em refogados.

  • ✓ Produção própria, sem agrotóxicos
  • ✓ Envio para todo o Brasil, frete calculado no carrinho
  • ✓ Sem conservantes nem aditivos

Prefere o fresco? Vendemos sob encomenda no Rio de Janeiro, em Niterói e na Baixada Fluminense: encomende pelo WhatsApp.

10 g

R$ 34,00

R$ 3,40 por grama

Para experimentar

Rende cerca de 3 dias*

50 g

R$ 160,00

R$ 3,20 por grama

6% mais barato por grama

Rende cerca de 16 dias*

100 g

R$ 300,00

R$ 3,00 por grama

Melhor preço por grama

Rende cerca de 33 dias*

*Com 3 g por dia, a quantidade usada no ensaio clínico de Mori et al. (2009). É uma referência dos estudos, e não uma recomendação médica.

Juba de Leão fresco King Funghi

O que é o Juba de Leão?

Hericium erinaceus é um cogumelo comestível que cresce em troncos de árvores de folha larga na América do Norte, na Europa e na Ásia. No Japão é o yamabushitake("cogumelo do monge da montanha"); na China, hóu tóu gū ("cabeça de macaco"). No Brasil, é conhecido como Juba de Leão ou cogumelo pom pom.

Em vez de chapéu e lamelas, ele forma uma massa de espinhos brancos que caem em cascata, como a juba de um leão. Na cozinha, tem sabor delicado e textura macia, parecida com a de siri ou lagosta. Na medicina tradicional chinesa e japonesa, é usado há séculos para o estômago, o intestino e o sono. A ciência moderna vem confirmando parte dessa tradição.

O que a ciência mostra, estudo por estudo

Reunimos os estudos em humanos, incluindo os que não encontraram efeito, e os principais estudos de laboratório. Mostrar tudo é o que dá confiança ao que é positivo.

Memória e função cognitiva

Ensaios clínicos em humanosRevisão sistemática

Comprometimento cognitivo leve (Mori et al., 2009)

Primeiro ensaio clínico duplo-cego com placebo sobre o Juba de Leão. Trinta japoneses de 50 a 80 anos com comprometimento cognitivo leve tomaram 3 g/dia de pó seco do corpo de frutificação, ou placebo, por 16 semanas. O grupo do Juba teve pontuações significativamente maiores na escala cognitiva HDS-R nas semanas 8, 12 e 16 (p<0,001). As pontuações voltaram a cair 4 semanas depois de parar o consumo, o que indica que o benefício depende do uso contínuo. Os exames de laboratório não mostraram efeitos adversos relevantes.

Adultos saudáveis acima de 50 anos (Saitsu et al., 2019)

Ensaio randomizado, duplo-cego, com placebo: 31 participantes com função cognitiva normal consumiram 3,2 g/dia de corpo de frutificação por 12 semanas. O grupo do Juba teve melhora significativa no MMSE, teste clássico de função cognitiva, em relação ao placebo (p=0,029).

Jovens adultos: efeitos rápidos e pontuais

Em jovens saudáveis, os estudos mostram efeitos menores. Com 1,8 g, uma única dose deixou os participantes mais rápidos no teste de Stroop 60 minutos depois, e o uso por 28 dias mostrou tendência de menos estresse (Docherty et al., 2023, 41 participantes). Uma dose de 1 g de Juba nórdico melhorou tempos de reação em testes de atenção (La Monica et al., 2023). Outros dois estudos não encontraram melhora geral: um com dose única de extrato (Surendran et al., 2025, 18 participantes, melhora só em um teste motor) e outro com 10 g/dia por 4 semanas em universitários (Grozier et al., 2022, 24 participantes).

O que dizem as revisões

Uma revisão sistemática de 2025 (Menon et al., Frontiers in Nutrition) reuniu cinco ensaios randomizados e três estudos-piloto e encontrou aumento médio de 1,17 ponto no MMSE nos grupos que consumiram o Juba de Leão. Em resumo: os resultados mais consistentes aparecem em pessoas acima de 50 anos e com consumo contínuo por semanas.

Em modelos animais

Em camundongos com déficits de memória induzidos por peptídeo amiloide, o Juba de Leão na alimentação preveniu perdas de memória espacial e de reconhecimento (Mori et al., 2011).

Humor, ansiedade, estresse e sono

Ensaios clínicos em humanosModelo animal

Mulheres adultas (Nagano et al., 2010)

Ensaio randomizado, duplo-cego, com placebo: 30 mulheres comeram biscoitos com 2 g/dia de pó de corpo de frutificação por 4 semanas. No grupo do Juba, a pontuação de depressão (escala CES-D) caiu significativamente em relação ao início (p=0,033), assim como o índice de queixas indefinidas (p=0,004). Palpitação e falta de ânimo ficaram menores do que no placebo; irritabilidade, ansiedade e concentração mostraram tendência de melhora.

Adultos com sobrepeso (Vigna et al., 2019)

77 voluntários com sobrepeso ou obesidade e queixas de humor ou sono, em dieta de baixa caloria, foram divididos entre um grupo que tomou suplemento de Juba de Leão (micélio e extrato do corpo de frutificação) por 8 semanas e um grupo só com dieta. O grupo do Juba teve redução de depressão, ansiedade e distúrbios do sono. O estudo não teve placebo nem cegamento.

Em modelos animais

Em camundongos submetidos a estresse, o micélio enriquecido com erinacina A teve efeito antidepressivo, com aumento de serotonina, dopamina e BDNF e redução de marcadores inflamatórios (Chiu et al., 2018).

Alzheimer e envelhecimento do cérebro

Estudo-piloto em humanosModelo animal

Alzheimer inicial (Li et al., 2020)

Estudo-piloto duplo-cego com placebo: 49 pacientes com Alzheimer inicial tomaram cápsulas de micélio enriquecido com erinacina A por 49 semanas. O grupo tratado teve resultados melhores em testes cognitivos e de atividades da vida diária. Vale saber: esse estudo usou micélio, e não o cogumelo em si (corpo de frutificação), que é o que a King Funghi vende.

Em modelos animais

Em camundongos com Alzheimer experimental, o micélio com erinacina A reduziu placas amiloides, aumentou a razão NGF/proNGF e estimulou a formação de novos neurônios no hipocampo (Tzeng et al., 2016). Em ratos, a erinacina A chega ao cérebro 1 hora depois de ingerida (Tsai et al., 2021).

Intestino e microbiota

Estudo-piloto em humanosModelo animal

Adultos saudáveis (Xie et al., 2021)

13 adultos saudáveis consumiram pó de Juba de Leão por 7 dias. A diversidade da microbiota intestinal aumentou, cresceram bactérias produtoras de ácidos graxos de cadeia curta (como Faecalibacterium prausnitzii, associada à saúde intestinal) e diminuíram algumas bactérias potencialmente nocivas. É um estudo-piloto, sem grupo controle.

Uso tradicional e estudos de laboratório

Na medicina tradicional chinesa, o Juba de Leão é usado há séculos para gastrite e úlceras. Estudos em animais mostram efeito protetor do estômago ligado à modulação da microbiota (Bei et al., 2026) e ação de polissacarídeos contra a gastrite atrófica crônica.

Nervos periféricos

Modelo animal

Um extrato aquoso do corpo de frutificação fresco, dado diariamente a ratos com lesão por esmagamento do nervo fibular, acelerou a recuperação dos movimentos e a regeneração do nervo em relação ao controle (Wong et al., 2011). Em modelo animal de AVC, a erinacina A reduziu a área lesionada, efeito ligado à redução de inflamação (revisado por Spelman et al., 2017).

Coração e circulação

Plaquetas humanas em laboratório

A hericenona B, composto do corpo de frutificação, inibiu a agregação de plaquetas humanas em laboratório, por um mecanismo diferente do da aspirina (Mori et al., 2010). Extratos do Juba também estão entre os inibidores mais potentes da oxidação do LDL entre os cogumelos estudados (Rahman et al., 2014). São estudos de laboratório, e não ensaios em pacientes. Quem usa anticoagulante deve falar com o médico antes de consumir grandes quantidades.

Glicemia, colesterol e energia

Modelo animal

Em ratos diabéticos, o extrato aquoso do Juba de Leão por 28 dias reduziu glicemia, triglicerídeos, colesterol total e LDL, e aumentou o HDL (Liang et al., 2013). Em camundongos, os polissacarídeos aumentaram em até 58% o tempo de natação até a exaustão e reduziram o ácido lático no sangue (Liu et al., 2015). Ainda faltam estudos em humanos para esses efeitos.

Defesas, antioxidantes e pesquisa em câncer

In vitroModelo animal

Compostos do Juba de Leão ativaram células de defesa (NK) em camundongos (Yim et al., 2007), protegeram o fígado contra estresse oxidativo (Han et al., 2013) e mostraram atividade contra células de câncer gastrointestinal em laboratório; polissacarídeos do corpo de frutificação tiveram atividade antitumoral em estudos pré-clínicos (Mizuno et al., 1992).

Importante: não existem ensaios clínicos que mostrem que o Juba de Leão trata ou previne câncer em pessoas. Os resultados de laboratório justificam a pesquisa, e não substituem tratamento médico.

Os 10 estudos em humanos, lado a lado

TemaComo foi o estudoResultadoReferência
Comprometimento cognitivo leveRandomizado, duplo-cego, placebo; 30 pessoas; 16 semanas; 3 g/diaMelhora significativa na escala HDS-R (p<0,001)Mori et al., 2009
Cognição em adultos saudáveis acima de 50 anosRandomizado, duplo-cego, placebo; 31 pessoas; 12 semanas; 3,2 g/diaMelhora significativa no MMSE (p=0,029)Saitsu et al., 2019
Depressão e queixas gerais em mulheresRandomizado, duplo-cego, placebo; 30 mulheres; 4 semanas; 2 g/diaRedução em CES-D (p=0,033) e em queixas indefinidas (p=0,004)Nagano et al., 2010
Humor e sono em adultos com sobrepesoCom grupo controle, sem placebo; 77 pessoas; 8 semanasRedução de depressão, ansiedade e distúrbios do sonoVigna et al., 2019
Alzheimer inicial (micélio)Piloto, duplo-cego, placebo; 49 pessoas; 49 semanasMelhores resultados cognitivos e funcionaisLi et al., 2020
Microbiota intestinalPiloto sem controle; 13 pessoas; 7 diasMais diversidade e mais bactérias benéficasXie et al., 2021
Cognição e estresse em jovensRandomizado, duplo-cego, placebo; 41 pessoas; 28 dias; 1,8 g/diaMais rapidez no Stroop após dose única; tendência de menos estresseDocherty et al., 2023
Atenção em adultosRandomizado, duplo-cego, cruzado; dose única de 1 gMelhores tempos de reação em testes de atençãoLa Monica et al., 2023
Cognição em jovens (extrato)Randomizado, duplo-cego, cruzado; 18 pessoas; dose únicaSem melhora geral; melhora em um teste motorSurendran et al., 2025
Cognição em universitáriosRandomizado; 24 pessoas; 4 semanas; 10 g/diaSem efeito na cogniçãoGrozier et al., 2022

O que torna o Juba de Leão único

O Hericium erinaceus produz compostos raros na natureza, estudados justamente pela ação sobre o sistema nervoso.

Hericenonas

No cogumelo (corpo de frutificação)

Isoladas por Kawagishi et al. em 1991, estimulam a produção de NGF em células. A hericenona B também inibiu a agregação de plaquetas humanas em laboratório.

Erinacinas

Concentradas no micélio

Estão entre os estimuladores de NGF mais potentes já descritos (Kawagishi et al., 1994). Em ratos, a erinacina A ingerida chegou ao cérebro em 1 hora (Tsai et al., 2021).

Polissacarídeos e beta-glucanas

Fibras bioativas

Dezenas de polissacarídeos já foram isolados do Juba. Estão ligados à ação sobre a microbiota, às defesas do organismo e à atividade antioxidante.

Esteróis e antioxidantes

Ergosterol, erinaróis e outros

Extratos do Juba estão entre os inibidores mais potentes da oxidação do LDL entre os cogumelos estudados em laboratório (Rahman et al., 2014).

Como ele age: NGF e BDNF

Boa parte dos efeitos estudados converge para o NGF (fator de crescimento nervoso), proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios, inclusive os que se perdem no Alzheimer. O NGF em si não passa do sangue para o cérebro; o Juba de Leão age de outro jeito, estimulando o próprio organismo a produzi-lo. Isso foi mostrado em células humanas (Mori et al., 2008) e em animais. O BDNF, outro fator ligado ao humor e à memória, aumentou em estudos com animais; em humanos, o estudo de Vigna (2019) encontrou aumento do seu precursor, o pró-BDNF.

Segurança

O Juba de Leão é um alimento consumido há séculos na Ásia. Nos ensaios clínicos, nenhum efeito adverso grave foi relatado, e no estudo mais longo (3 g/dia por 16 semanas) os exames de laboratório não mostraram alterações relevantes. Em ratos, pós do cogumelo não causaram toxicidade aguda ou subcrônica nem dano genético, mesmo em doses altas (Mahadevan et al., 2025). Uma revisão sistemática de 2025 concluiu que o perfil de segurança é favorável (Menon et al., 2025).

Converse com um médico antes se você:

  • tem alergia a cogumelos;
  • usa anticoagulantes ou antiplaquetários (como aspirina, clopidogrel ou varfarina);
  • está grávida ou amamentando (não há dados suficientes);
  • faz tratamento contínuo, tem doença autoimune ou usa imunossupressores.

Efeitos adversos descritos

  • Desconforto gástrico leve em alguns participantes de ensaios, sem diferença em relação ao placebo (Mori et al., 2009).
  • Dermatite de contato em um trabalhador com exposição diária prolongada ao cogumelo.
  • Um caso isolado de reação respiratória grave após uso diário de extrato por 4 meses (Nakatsugawa et al., 2003).

Por que o Juba de Leão King Funghi

  • ✓ Produção própria: cultivamos cogumelos há mais de 15 anos, sem intermediários.
  • ✓ O cogumelo de verdade: corpo de frutificação inteiro, e não pó de micélio.
  • ✓ Rastreabilidade: sabemos de qual substrato e lote vem cada cogumelo.
  • ✓ Sem conservantes: fresco ou desidratado, sem aditivos.
  • ✓ Ciência em primeiro lugar: mais de 364 artigos sobre o Juba catalogados em Notícias e Estudos.
  • ✓ Atendimento direto: tire dúvidas pelo WhatsApp com quem produz.
Comprar agora
Colheita do Juba de Leão King Funghi

Perguntas mais buscadas sobre Juba de Leão

Juba de Leão serve para quê?

O Juba de Leão (Hericium erinaceus) é um cogumelo comestível e um dos mais estudados do mundo para a saúde do cérebro. Ensaios clínicos em humanos mostraram melhora da função cognitiva em adultos acima de 50 anos e redução de sintomas de depressão, ansiedade e distúrbios do sono. Estudos em laboratório e em animais apontam ainda ação neuroprotetora, antioxidante, anti-inflamatória e benefícios para o intestino. Na cozinha, tem sabor suave e textura que lembra frutos do mar.

Juba de Leão melhora a memória de verdade?

Os melhores resultados aparecem em adultos acima de 50 anos: dois ensaios randomizados, duplo-cegos e com placebo mostraram melhora significativa em testes de função cognitiva com 3 a 3,2 g/dia de cogumelo seco por 12 a 16 semanas (Mori et al., 2009; Saitsu et al., 2019). Em jovens saudáveis, os efeitos são pequenos ou ausentes. No estudo de 16 semanas, o benefício diminuiu depois que o consumo parou, o que sugere que o segredo é a regularidade.

Quanto tempo leva para o Juba de Leão fazer efeito?

Nos estudos de memória, as diferenças apareceram a partir da 8ª semana de consumo diário (Mori et al., 2009). Nos estudos de humor, a melhora foi observada com 4 a 8 semanas (Nagano et al., 2010; Vigna et al., 2019). Em jovens, alguns efeitos rápidos e pontuais foram vistos 1 a 2 horas após uma dose.

Qual é a diferença entre o corpo de frutificação e o micélio?

O corpo de frutificação é o cogumelo propriamente dito, e é o que a King Funghi vende, fresco ou desidratado. Ele é rico em hericenonas e polissacarídeos, e foi a parte usada nos estudos de Mori (2009), Nagano (2010) e Saitsu (2019). O micélio é a parte que cresce dentro do substrato e concentra as erinacinas; é usado em cápsulas e extratos, como no estudo de Alzheimer de Li (2020). As duas formas têm compostos valiosos, com mecanismos complementares.

Quanto Juba de Leão foi usado nos estudos?

Os ensaios clínicos com o cogumelo seco usaram de 1,8 a 3,2 g por dia. Com 3 g por dia, a quantidade do estudo de Mori, um pacote de 50 g dura cerca de 16 dias e um de 100 g, cerca de 33 dias. Isso é uma referência dos estudos, e não uma prescrição: para uso com objetivo de saúde, converse com um profissional.

Juba de Leão faz mal? Tem efeitos colaterais?

É um cogumelo comestível, consumido como alimento há séculos na Ásia. Nos ensaios clínicos, com até 3,2 g/dia por até 16 semanas, os exames de laboratório não mostraram alterações relevantes. Estudos de toxicologia em ratos não encontraram toxicidade nem genotoxicidade em doses altas. Os efeitos adversos relatados são raros: desconforto gástrico leve, alergia em pessoas sensíveis a cogumelos e um caso isolado de reação respiratória com extrato concentrado.

Juba de Leão pode ser usado com remédios?

Não há estudos clínicos sobre interações do Juba de Leão com medicamentos. Como a hericenona B inibiu a agregação de plaquetas em laboratório, quem usa anticoagulantes ou antiplaquetários, e quem faz tratamento contínuo (inclusive com antidepressivos), deve conversar com o médico antes de consumir quantidades grandes.

Juba de Leão é alucinógeno?

Não. O Juba de Leão (Hericium erinaceus) não tem psilocibina, psilocina nem qualquer substância psicoativa. É uma espécie totalmente diferente dos cogumelos psicoativos (Psilocybe), e é um alimento seguro e legal.

Posso comer Juba de Leão todo dia?

Sim. É um cogumelo comestível, e os benefícios observados nos estudos vieram justamente do consumo diário por semanas. Dá para usar o desidratado em pó no café, em sucos, sopas e molhos, ou reidratado em refogados.

Como é o Juba de Leão da King Funghi?

É cultivado pela própria King Funghi em Nova Friburgo (RJ), em substrato controlado e sem agrotóxicos, com rastreabilidade do cultivo até a sua casa. O desidratado é embalado a vácuo em pacotes de 10 g, 50 g e 100 g e enviado para todo o Brasil. O fresco é vendido sob encomenda no Rio de Janeiro, em Niterói e na Baixada Fluminense.

Ver as referências científicas com link

Estudos em humanos

  1. Mori K et al. Improving effects of the mushroom Yamabushitake (Hericium erinaceus) on mild cognitive impairment: a double-blind placebo-controlled clinical trial. Phytother Res 2009;23(3):367-372. DOI 10.1002/ptr.2634
  2. Nagano M et al. Reduction of depression and anxiety by 4 weeks Hericium erinaceus intake. Biomed Res 2010;31(4):231-237. DOI 10.2220/biomedres.31.231
  3. Saitsu Y et al. Improvement of cognitive functions by oral intake of Hericium erinaceus. Biomed Res 2019;40(4):125-131. DOI 10.2220/biomedres.40.125
  4. Vigna L et al. Hericium erinaceus improves mood and sleep disorders in patients affected by overweight or obesity. Evid Based Complement Alternat Med 2019:7861297. DOI 10.1155/2019/7861297
  5. Li IC et al. Prevention of early Alzheimer's disease by erinacine A-enriched Hericium erinaceus mycelia: pilot double-blind placebo-controlled study. Front Aging Neurosci 2020;12:155. DOI 10.3389/fnagi.2020.00155
  6. Xie XQ et al. Influence of short-term consumption of Hericium erinaceus on serum biochemical markers and the changes of the gut microbiota: a pilot study. Nutrients 2021;13(3):1008. DOI 10.3390/nu13031008
  7. Grozier CD et al. Four weeks of Hericium erinaceus supplementation does not impact markers of metabolic flexibility or cognition. Int J Exerc Sci 2022;15(2). DOI 10.70252/XZKO8571
  8. Docherty S et al. The acute and chronic effects of Lion's Mane mushroom supplementation on cognitive function, stress and mood in young adults: a double-blind, parallel groups, pilot study. Nutrients 2023;15(22):4842. DOI 10.3390/nu15224842
  9. La Monica MB et al. Acute effects of naturally occurring guayusa tea and Nordic Lion's Mane extracts on cognitive performance. Nutrients 2023;15(24):5018. DOI 10.3390/nu15245018
  10. Surendran G et al. Acute effects of a standardised extract of Hericium erinaceus (Lion's Mane mushroom) on cognition and mood in healthy younger adults: a double-blind randomised placebo-controlled study. Front Nutr 2025;12:1405796. DOI 10.3389/fnut.2025.1405796
  11. Menon S et al. Benefits, side effects, and uses of Hericium erinaceus as a supplement: a systematic review. Front Nutr 2025;12:1641246. DOI 10.3389/fnut.2025.1641246
  12. Mori K et al. Inhibitory effect of hericenone B from Hericium erinaceus on collagen-induced platelet aggregation. Phytomedicine 2010;17:1082-1085. DOI 10.1016/j.phymed.2010.05.004
  13. Nakatsugawa M et al. Hericium erinaceum (Yamabushitake) extract-induced acute respiratory distress syndrome monitored by serum surfactant proteins. Intern Med 2003;42:1219-1222. DOI 10.2169/internalmedicine.42.1219

Compostos e mecanismos

  1. Kawagishi H et al. Hericenones C, D and E, stimulators of nerve growth factor (NGF)-synthesis, from the mushroom Hericium erinaceum. Tetrahedron Lett 1991;32:4561-4564. DOI 10.1016/0040-4039(91)80039-9
  2. Kawagishi H et al. Erinacines A, B and C, strong stimulators of nerve growth factor (NGF)-synthesis, from the mycelia of Hericium erinaceum. Tetrahedron Lett 1994;35:1569-1572. DOI 10.1016/s0040-4039(00)76760-8
  3. Mori K et al. Nerve growth factor-inducing activity of Hericium erinaceus in 1321N1 human astrocytoma cells. Biol Pharm Bull 2008;31(9):1727-1732. DOI 10.1248/bpb.31.1727
  4. Tsai PC et al. Preclinical bioavailability, tissue distribution, and protein binding studies of erinacine A. Molecules 2021;26(15):4510. DOI 10.3390/molecules26154510
  5. Rahman MA et al. Inhibitory effect on in vitro LDL oxidation and HMG Co-A reductase activity of the liquid-liquid partitioned fractions of Hericium erinaceus. Biomed Res Int 2014:828149. DOI 10.1155/2014/828149

Estudos em animais

  1. Mori K et al. Effects of Hericium erinaceus on amyloid β(25-35) peptide-induced learning and memory deficits in mice. Biomed Res 2011;32(1):67-72. DOI 10.2220/biomedres.32.67
  2. Tzeng TT et al. Erinacine A-enriched Hericium erinaceus mycelium ameliorates Alzheimer's disease-related pathologies in APPswe/PS1dE9 transgenic mice. J Biomed Sci 2016;23:49. DOI 10.1186/s12929-016-0266-z
  3. Chiu CH et al. Erinacine A-enriched Hericium erinaceus mycelium produces antidepressant-like effects through modulating BDNF/PI3K/Akt/GSK-3β signaling in mice. Int J Mol Sci 2018;19(2):341. DOI 10.3390/ijms19020341
  4. Wong KH et al. Peripheral nerve regeneration following crush injury to rat peroneal nerve by aqueous extract of medicinal mushroom Hericium erinaceus. Evid Based Complement Alternat Med 2011:580752. DOI 10.1093/ecam/neq062
  5. Liang B et al. Antihyperglycemic and antihyperlipidemic activities of aqueous extract of Hericium erinaceus in experimental diabetic rats. BMC Complement Altern Med 2013;13:253. DOI 10.1186/1472-6882-13-253
  6. Liu J et al. Anti-fatigue activities of polysaccharides extracted from Hericium erinaceus. Exp Ther Med 2015;9(2):483-487. DOI 10.3892/etm.2014.2139
  7. Han ZH et al. Evaluation of in vivo antioxidant activity of Hericium erinaceus polysaccharides. Int J Biol Macromol 2013;52:66-71. DOI 10.1016/j.ijbiomac.2012.09.009
  8. Yim MH et al. Soluble components of Hericium erinaceum induce NK cell activation via production of interleukin-12 in mice splenocytes. Acta Pharmacol Sin 2007;28(6):901-907. DOI 10.1111/j.1745-7254.2007.00577.x
  9. Mizuno T et al. Antitumor-active polysaccharides isolated from the fruiting body of Hericium erinaceum. Biosci Biotechnol Biochem 1992;56(2):347-348. DOI 10.1271/bbb.56.347
  10. Bei et al. Hericium erinaceus extracts exert gastroprotective effects through modulation of the gut microbiota and metabolites. Food Sci Nutr 2026;14:e71851. DOI 10.1002/fsn3.71851
  11. Mahadevan et al. A toxicological assessment of Hericium erinaceus (Lion's mane) and Trametes versicolor (Turkey tail) mushroom powders. Front Toxicol 2025;7:1651442. DOI 10.3389/ftox.2025.1651442
  12. Spelman K, Sutherland E, Bagade A. Neurological activity of Lion's Mane (Hericium erinaceus). J Restor Med 2017;6:19-26. DOI 10.14200/jrm.2017.6.0108

A lista completa, com mais de 364 artigos sobre o Juba de Leão publicados na China, no Japão, em Taiwan e em Hong Kong, está emNotícias e Estudos.

Conteúdo informativo, baseado em estudos publicados em revistas científicas revisadas por pares, conferidos em 28 de setembro de 2026. Não é aconselhamento médico e não substitui tratamento. O Juba de Leão é um alimento, e não um medicamento. Para uso com objetivo de saúde, converse com um profissional.

Falar no WhatsAppSeguir no Instagram